30 dezembro 2014

Leites vegetais - receitas barbaramente saudáveis

Como prometido, compartilho as receitas que já testei e minha opinião sobre cada uma.
Basicamente, todos eles têm o preparo semelhante, exceto o de coco. Todos os resíduos são super úteis em outras receitas, portanto, desperdício zero!
Utilizo um saquinho de nylon para coar semelhante aos sacos permanentes para coar café.
Toda água utilizada no molho deve ser dispensada.
O preparo é o mesmo para todos, bater no liquidificador até estar totalmente triturado.

Dicas:
- A quantidade de água pode variar de acordo com sua preferência de consistência para o leite.
- 3 xícaras de água costumam render aproximadamente 1 litro de leite.
- Guarde na geladeira somente por 3 dias.


- Leite de coco - o mais saboroso!
Fica excelente inclusive quente misturado com café
Ótimo substituto do leite animal por conter hidratos de carbono, proteínas, gorduras, sais minerais, vitaminas A, B1, B2, B5, C, fósforo, cálcio, ferro, magnésio, enxofre e silício.  Possui ácido láurico, importante contra fungos, vírus e bactérias.

Ingredientes:
1 coco seco
Água morna (para cada xícara de coco, 4 de água)

dica 1- o coco tem 3 "olhos", um deles você consegue furar facilmente e retirar a água. após isto, coloque o coco no forno entre 10, 15 minutos. depois, basta bater com um martelo ou batedor de carne que ele quebra facilmente e solta completamente da casca

dica 2- ao bater no liquidificador a água morna com o coco, parte da medida de água, utilizei a própria água do coco, porém em temperatura ambiente.

dica 3- o resíduo do côco é ótimo para qualquer receita doce, inclusive para passar aqueles docinhos que publiquei anteriormente. Veja a receita dos docinhos aqui


 - Leite de castanha do pará - meu 2o preferido
Também fica ótimo quente com café.
Possui selênio, importante antioxidante, vitaminas E e B1, importantes no metabolismo das proteínas e na geração de energia.
Resíduo ótimo tanto para receitas doces quanto salgadas.

Ingredientes:
1 xícara de castanhas pré lavadas de molho por aproximadamente 8 horas
3 xícaras de água






- Leite de amendoim - saboroso
Dá para tomar quente com café, mas no 3o dia já é enjoativo
Também antioxidante e possui grande quantidade de proteínas. A gordura não é saturada.
Resíduo delicioso para receitas doces.

Ingredientes:
1 xícara de amendoins crus pré lavados de molho por aproximadamente 8 horas
3 xícaras de água






- Leite de arroz - o melhor custo x benefício
Não dá para tomar quente, fica bem ruim. Só é bom gelado e principalmente em vitaminas.
Porém, vale muito a pena por ser fácil adquirir arroz integral orgânico na faixa de R$5, 6/ kg, o que rende em média 5 litros de leite.
Se utilizar um pouco de água de coco no preparo, fica mais saboroso.
Super desintoxicante. Tem proteínas, vitamina B1 e niacina, que transforma  proteínas e carboidratos em energia.
O resíduo é ótimo para fazer uma farofinha e também pastinha vegetal

Ingredientes:
1 xícara de arroz integral pré lavado de molho por aproximadamente 8 horas
3 xícaras de água


- Leite de amêndoas - o queridinho de todos
Não agradou meu paladar, mas muitos gostam. Bastante enjoativo quente.
Contem ácidos graxos ômega-3, proteínas, vitamina E, manganês, selênio, magnésio, potássio, zinco, ferro, fibras, cálcio e fósforo.

Ingredientes:
1 xícara de amêndoas cruas pré lavadas de molho por aproximadamente 8 horas
4 xícaras de água




- Leite de aveia - saboroso e bom para diabéticos
Mais saboroso gelado.
Contém fibras solúveis boas no controle da glicemia. Rico em cálcio, ferro, magnésio e vitaminas do complexo B.

Ingredientes:
1 xícara de aveia em flocos de molho por aproximadamente 8 horas
3 xícaras de água





 


- Leite de gergelim - sabor horroroooooso
Apesar de ter detestado o sabor, meu filho tomou numa boa na vitamina, então compartilho aqui também.
Rico em proteína e ácido fólico.
O resíduo fica muito bom misturando com salsa, cebolinha, azeite, sal, pimenta e outros temperos que agrade. Deixe bem compactado e fica tipo uma ricota.

Ingredientes:
1 xícara de gergelim pré lavado de molho por aproximadamente 8 horas
4 xícaras de água




E você, já fez algum leite vegetal? Tem alguma receita e dica para compartilhar?

29 dezembro 2014

Leites - qual a sua escolha? qual a sua necessidade?

E hoje vou falar sobre um tema bastante controverso - tomar ou não leite de vaca.

Muitas pessoas não podem tomar por alergia ou intolerância devidamente diagnosticadas,  e não é essa minha abordagem pois não tenho conhecimento técnico para isso.

A questão é quando não temos restrição e por algum outro motivo preferimos outro tipo de leite, seja por convicção, orientação, paladar ou apenas moda.

Não é impossível abdicar do leite de vaca mas é um trabalho árduo achar outras opções com facilidade ao comer na rua.

Outro dia, estava num restaurante vegetariano com uma amiga intolerante e, mesmo lá, eram poucas opções sem lactose ou veganas, por incrível que pareça. Numa padaria comum, por exemplo, se ela quer tomar um cafe com leite, precisa levar o leite dela, ou comprar no local, isso se tiver.

Dentre as outras opções, descarto totalmente o leite de soja. Se analisar com cuidado o rótulo, verá que é assustadora a quantidade de aditivos químicos, sem falar na possibilidade da soja transgênica!

Também um pouco preocupantes são os leites zero lactose ou baixa lactose. Olhe bem o rótulo e veja quanta modificação para torná-lo assim.

Se você opta pelos leites vegetais, especialmente os importados, repare na data de fabricação. Obviamente, para passar por todo o processo de importação, aquele leite já está na caixinha há um bom tempo, o que não me agrada muito.

Sendo assim, quando quero utilizar leites vegetais, prefiro fazer em casa, são super fáceis e em breve vou compartilhar aqui como prepará-los.

Já li diversos estudos sobre o mal da ingestão de lactose, principalmente na fase adulta, mas ainda não me convenci 100% disso e prefiro consumir, mas com pouca frequência. Quando compro leite de vaca, acho melhor utilizar o leite fresco, aquele que fica na geladeira do supermercado. Geralmente, foi fabricado há poucos dias e a validade é bem pequena, ou seja, não são adicionados diversos produtos para mantê-lo por mais tempo.

Também opto por esse tipo de leite, considerando a hipótese que por não serem produzidos em larga escala, as vacas também não são tão sacrificadas na produção como em grandes produtores. Ok, é apenas uma dedução com base no que leio sobre um e outro produtor, mas de fato ainda não visitei o local para ter certeza disso. Não me agrade nem um pouco a ideia de tomar um leite vindo de um animal que passou por maus tratos, chegando até a ter mastite e seu bezerro ser desmamado para produzir em maior escala.

Portanto, como disse no início do texto, meu objetivo não é questionar a opção de tomar ou não o leite, mas sim abordar outras opções de forma prática e clara.

foto - cinqv

20 dezembro 2014

Economizando papel

Por muito tempo pensei em economizar papel focada somente na preservação de árvores e também para evitar desperdício, só que a economia vai muito além disso.


Estima-se que são necessárias DOZE árvores para cada tonelada de papel e, pasmem,  540 litros de ÁGUA para cada quilo produzido!!!

Hoje, vendo a agenda escolar de meu filho deste ano, percebi que várias folhas sobraram. Poderia jogá-las fora ou melhor, reciclá-las (o que também consome energia, mas é menos pior). Porém, tive uma ideia melhor.

Separei as folhas utilizadas, e achei interessante guardá-las como recordação do 1o ano dele na escola. Como já guardava num envelope os trabalhinhos, coloquei um lacinho para unir essas folhas e guardei no envelope também. A capa da agenda, utilizei como identificação do envelope. Recoloquei a espiral nas folhas não utilizadas e deixei para ele desenhar.
É uma ideia simples, mas acho válida tanto para economizar papel, quanto para uma recordação deste momento marcante na vida dele.

Mas podemos utilizar outras formas de economia também, como por exemplo:

- imprimir frente e verso;

- fazer blocos de anotação para aqueles casos de folhas desperdiçadas cujos versos não foram utilizados;

- se possível, comprar papel reciclado;

- principalmente imprimir somente se necessário.

E você, tem alguma sugestão?


18 dezembro 2014

Docinhos barbaramente saudáveis!

Como ontem falei sobre alimentos que detonam nossa saúde, aproveito hoje para compartilhar uma receita da Bela Gil que fica maravilhosa.

É claro que, muito de vez em quando , comer um brigadeiro, um cajuzinho, não vai te matar, mas o problema é quando isso vira hábito e você sai atacando em tudo quanto é festa que vai ou compra por simples compulsão.
Além da moderação, há a questão do paladar. Quanto mais acostumado você está a sabores muito doces, mais dependente deles fica.
Posso assegurar que é possível mudar isso. Não existia alguém mais formiga do que eu até metade deste ano e isso mudou.
A mudança não foi apenas por questões de estética, de querer emagrecer, mas por buscar alimentos mais saudáveis.
Quando me dei conta, cada vez mais estava achando tudo muito doce ou muito salgado pois estava acostumando com o que fazia em casa, super equilibrado, sem aditivos, sem exageros.

Essa receita particularmente, tem um pequeno detalhe que pode colocar tudo a perder :)
Na segunda vez que fiz, foi um total fracasso! Utilizei amendoim cru e ficou um sabor horroroso de amendoim verde. O pior, fiz para meus vizinhos e crianças, aff, ninguém comeu, só minha vizinha que comeu por educação kkkkkkkkk.

Então, utilize amêndoas ou castanhas cruas. Com amendoim, precisa ser torrado :D

Ingredientes:
- 1 xícara de castanha do caju crua
- ½ xícara de tâmara
- ¼ de xícara de cacau em pó
- 1 pitada de sal marinho
- 2 colheres óleo (na receita original utiliza óleo de coco, deve realmente ficar mais gostoso)

Preparo:
Colocar as castanhas de caju de molho na noite anterior (umas 8 horas de molho). Escorrer a água e bater as castanhas no processador por 30 segundos. Adicionar a tâmara, o cacau e o sal e processar até que os ingredientes estejam bem misturados e com boa consistência. Se precisar, adicione óleo para misturar melhor a massa. Faça as bolinhas, como os docinhos de festa e pode passar em nozes trituradas, coco ralado, chocolate amargo triturado, o que preferir.

17 dezembro 2014

Alimentos muito prejudiciais à saúde

Hoje, vou compartilhar com vocês, uma leitura que fiz há pouco tempo sobre a importância de hábitos alimentares saudáveis.

São dicas do próprio Inca - Instituo Nacional de Câncer

Confesso que nos resquícios de tranqueira que ainda vivem em mim, um deles está nesta lista de alimentos de risco - salsicha!
Hoje em dia, evito ao máximo e quando dá aquela vontade, tento comer longe de meu filho e no máximo 2 vezes por mês e olhe lá.

No final de semana, estávamos numa festa e fiz meu pratinho de cachorro quente sem pão, sim, gosto tanto que nem faço questão do pão. Interessante que antes comeria umas 3, 4 salsichas, no mínimo. Dessa vez, comi 1 e foi suficiente.
Meu filho viu e falou que queria (ele fala que quer p/ qualquer coisa rs). Expliquei que aquilo faria dodói na barriga dele e ele não pediu mais.

Sei que muitos acreditam não ser bom proibir alimentos para uma criança pois isso pode causar compulsão no futuro.
Sou exatamente o exemplo contrário disso. Tive contato com todos os tipos de alimentos, nada foi proibido e nem por isso deixei de ser compulsiva até 6 meses atrás, quando minha relação com o alimento mudou.

Também não vejo necessidade em expor uma criança de quase 3 anos à salsicha, refrigerante, balas, biscoitos recheados, fast food, entre outros. Não há qualquer acréscimo nutricional e esse papo que é para deixar a criança feliz, não cola. Se a criança não conhece, não sente falta e quem fica feliz na verdade, é quem dá.

Mas a escolha é de cada um. Faça a sua consciente de que colherá os frutos, bons ou ruins...

Foto: Google

11 dezembro 2014

Água - você sobrevive sem ela?

Para iniciar a conversa sobre sustentabilidade, não há como pensar em outro tema que não seja ÁGUA!

Algo que muitos de nós só dá valor quando fica sem, só aprende a tentar economizar quando falta e infelizmente, uma boa parte nem assim...

E não fujo dessa responsabilidade de realmente levar a sério a importância da água a partir do momento em que um dia abri a torneira e nada! Já sabia que muitos lugares passavam por racionamento não declarado, já lia e acompanhava há um bom tempo a escassez cada vez maior na Cantareira, mas mesmo assim, pouco fazia de fato para economizar.

Contribuía apenas com economias básicas como fechar torneira enquanto escovo os dentes, também quando lavo a louça e tentar não demorar no banho. Mas quando a água não apareceu, a ficha realmente caiu.

Dizem que foi por um reparo na rede de distribuição do bairro, o que não acredito muito, mas pelo menos, não faltou mais. Isso tem seu lado positivo, logicamente ninguém gosta de ficar sem água mas tem um enorme lado negativo, as pessoas continuam gastando descontroladamente pois acham que tudo está normal...

Mensalmente vou para os arredores da represa de Guarapiranga e é assustador o que vemos desde outubro. A cada mês, as margens estão maiores, pois além do uso normal da represa como abastecedora de algumas regiões, a Sabesp também passou a captar água de lá a partir de novembro para utilizar na Cantareira.

Muito já foi falado e publicado sobre a crise hídrica que todo o Brasil passa, especialmente e mais gravemente em São Paulo, e considero os textos abaixo bastante relevantes e importantes para quem ainda desconhece o fato ou teima em achar que será solucionado rapidamente.

10 mitos sobre a crise hídrica - Gabriel Kogan

São Pedro não tem ações da Sabesp - Arnaldo Pagano

O que adotei como prática aqui, mesmo com a falsa sensação de que a água está sobrando, foi reutilizar a água da última lavagem da máquina para a 1a lavagem seguinte.
Costumo lavar roupa somente 1 vez por semana para juntar bastante e poder separar corretamente. Então, quando a máquina vai jogar fora a água antes de centrifugar, encho diversos baldes para abastecê-la novamente na próxima lavagem.
Dá trabalho, pois não tenho tanque em casa, mas agora que já acostumei, faço o processo rapidamente e consigo economizar pelo menos 50 litros a cada lavagem! Isso porque controlo manualmente o nível de água, não deixo a máquina no automático, se não ela acaba enchendo um pouco mais do que o necessário.

Então, se cada um fizer a sua parte, o problema não será solucionado, mas pelo menos, contribuiremos para não piorar ainda mais a situação.

E com certeza, ainda falarei muito sobre isso aqui...

Frango orgânico da Vó Juju barbaramente saudável

E já que falei em alimentos orgânicos, que tal uma receitinha barbaramente saudável e deliciosa utilizando os mesmos?

Minha avó prepara esse frango desde minha lembrança alimentar mais remota e sempre prestei atenção como ela fazia. Logo que fui morar sozinha, passei a fazer esse franguinho e dar meus toques especiais.

Espero que gostem. Aqui é sucesso total!


Ingredientes:
- 6 sobrecoxas de frango orgânico sem pele (também pode utilizar coxas)
- 4 tomates italianos orgânicos
- 2 dentes de alho
- 2 cebolas médias
- Sal e pimenta a gosto
- Manjericão e salsa frescos e orgânicos também a gosto
- Óleo apenas para untar a panela
- 1 limão para marinar

Preparo:
24 horas antes, deixe o frango marinando em um pouco de limão, sal e pimenta na geladeira.
No dia seguinte, coloque no liquidificador os tomates cortados em 4 completos (casca e semente, sem desperdiçar nada). Junte os dentes de alho e adicione 1 xícara de água.
Ligue o liquidificador em velocidade para vitaminas e deixe batendo. Vá acrescentado as cebolas aos poucos e água conforme a necessidade para uma boa consistência (geralmente utilizo 1 1/2 xícara).
Retire da geladeira e numa caçarola média, coloque um pouco de óleo apenas para untar e o frango dourar em fogo médio.
Pique o manjericão e a salsa.
Após dourar o frango, acrescente o molho feito no liquidificador e se necessário, 1/2 colher de café de açúcar para retirar a acidez do tomate, conforme o seu paladar.
Deixe cozinhar em fogo médio, quase baixo, por cerca de 15 minutos e acrescente o manjericão e a salsa.
Se quiser, pode acrescentar batatas orgânicas com casca para cozinharem junto com o frango durante os próximos 15 minutos, ficam deliciosas.
Após mais 15 minutos, verifique a quantidade de molho e a consistência do frango.
Geralmente, após 30 minutos o molho já engrossou bastante e o frango já está quase completamente cozido. Fique atento ao ponto a partir daí.
Se achar necessário, acrescente um pouco de shoyu para escurecer um pouco. Também pode acertar o sal conforme seu paladar.

obs: coloquei somente o frango, tomate, manjericão e salsa como orgânicos pois são os que não consumo de forma alguma se não forem orgânicos. o ideal é que tudo seja, mas não havendo possibilidade, evite pelo menos o frango e tomate convencionais.

Bom apetite!




08 dezembro 2014

Os orgânicos


Bem vindo à estreia do meu blog! E como não iniciar com um dos assuntos que mais pesquiso, consumo e defendo? Os alimentos orgânicos.

Muitos acham que a febre dos orgânicos virou moda, muitos aproveitam esta onda e nem sempre produzem da forma adequada e muitos super avaliam este produto e usufruem da lei da oferta e da procura encarecendo desnecessariamente esses itens.
O fato é que tento priorizar estes alimentos no meu dia a dia, principalmente aqueles em que a quantidade de agrotóxicos já foi constatada como abusiva e perigosa para a saúde. Obviamente, ainda consumo alguns alimentos convencionais, mas com um certo critério, até porque não quero limitar exageradamente nossa vida fora de casa.

Antigamente, e ainda em algumas cidades permanece assim, o acesso a esses produtos era bem limitado e de custo elevado, o que hoje não é desculpa para os moradores da cidade de São Paulo. Aqui, temos muitas feiras em que podemos comprar diretamente com o produtor e inúmeros itens são até mais baratos do que os convencionais. Uma que recomendo muito é a feira do Parque da Água Branca
FOTO: LUIZ PRADO
Nesse link da Associação de Agricultura Orgânica, você também encontra outros lugares em que pode adquirir produtos orgânicos.

E por que consumir orgânicos? Porque já está mais do que comprovado o malefício do uso indiscriminado de "defensivos" agrícolas principalmente no Brasil, muitos sendo proibidos em outros países.
Porém, não é só o fato de não utilizar agrotóxicos que torna um alimento orgânico, ele precisa garantir um sistema agropecuário sustentável, como por exemplo:
 - respeitar o meio ambiente;
 - valorizar pequenos produtores de comunidades rurais;
 - equilibrar o ecossistema.
 Procure também dar preferência aos alimentos da estação.

Se você mora em outra cidade, recomendo esse site onde pode buscar um local próximo para adquirir alimentos orgânicos, basta digitar o endereço e no mapa aparecem as indicações (diminua o zoom para visualizar mais locais)

Assim, utilizando esses alimentos, você busca equilíbrio para a sua saúde e para o meio ambiente.